A área econômica do Governo Federal vai resistir à pressão militar por mais verbas para as Forças Armadas. O movimento cresceu depois do ataque dos Estados Unidos a Venezuela, tendo como paradigma que há um novo contexto geopolítico na América Latina.
Que o Brasil necessita aumentar a sua força bélica é consenso em diferentes áreas oficiais, em Brasília, mas o orçamento enxuto da União não dá margem para repor equipamentos, ampliar a infraestrutura dos quartéis e aumentar o salário dos militares acima da inflação. Para 2026, apenas cerca de 10% da Lei Orçamentária são para investimentos públicos no geral – uns R$ 85,5 bilhões.



