Chove tanto em Belo Horizonte – em 20 dias de março, o volume (197,5mm) ultrapassou a média histórica em várias regiões – que o mineiro, sempre econômico nas palavras e generoso no humor, já resolveu atualizar o nome da cidade. BH virou BH20 (bê-agá dois ó) – versão líquida, quase um modelo anfíbio.
Não é previsão do tempo, é persistência. O céu abre a torneira e esquece de fechar. Enquanto isso, o belo-horizontino faz o que sabe: ri da própria desgraça, desvia de poças e segue em frente – porque reclamar, só depois do café, com pão de queijo.



