Na reta final da corrida pelo Palácio do Planalto, o núcleo político da campanha de Flávio Bolsonaro ganhou um problema que não estava necessariamente nos cálculos: a ajuda de Pablo Marçal. E, pelo visto, apoio que precisa ser explicado demais talvez não seja tão positivo assim.
O entorno do candidato estaria apreensivo. O discurso raivoso do empresário, que entrou em campo depois de ter a própria candidatura presidencial barrada pelo TSE, estaria produzindo um efeito indigesto: em vez de conquistar votos, pode estar espantando eleitores.
Nunca é demais lembrar que, em eleição, há adesões que funcionam como combustível. E há aquelas que jogam gasolina no incêndio.



