
Na Educação, um chamaria o Anísio Teixeira, ou o Darcy Ribeiro, ou talvez o Paulo Freire. O outro escolheria Damares Alves, ou quem sabe, Plínio Salgado, ou ainda, Silas Malafaia. Na Saúde, o primeiro escolheria Oswaldo Cruz ou Carlos Chagas e o outro, Eduardo Pazzuello.
Para a Justiça e Segurança Pública, um escolheria, não fosse a prévia queima de arquivo, seu amigão Adriano da Nóbrega. Pensaria, ainda, em Brilhante Ustra. O outro gostaria de num Afonso Arinos, Sérgio Adorno ou Julita Lemgruber.
Um teria, no Itamaraty, o Visconde ou o Paulo Nogueira Batista. O outro o Bananinha, assessorado por Eduardo Araújo e Marco Rubio.
A Agricultura o “irmão” do Vorcaro daria para Bruno Heller ou Altino Masson. Vejam quem são estes clicando em seus nomes. O outro pensaria, talvez, no Alysson Paulinelli. Para a Cultura, possíveis ministros de um seriam o Gilberto Gil, a Tarsila ou Thomie Ohtake; do outro, o Mário Frias.
Para chefiar o Exército um talvez chamasse o Tiradentes, e o outro priorizaria Joaquim Silvério dos Reis e colocaria, na Previdência, o Careca, enquanto o Waldir Pires seria lembrado pelo outro.
Para a Ciência e Tecnologia, um optaria talvez por Carlos Chagas, ou mesmo o Paulinelli, enquanto o outro convidaria Harry Houldini, ou o Bispo Macedo.
No Meio Ambiente, Marina poderia voltar a assumir, ou Carlos Nobre, caso seja um a escolher; se for o outro, podemos ter o madeireiro Ricardo Salles retornando.
Por fim, para o Ministério da Fazenda, um talvez chame o Haddad de volta, enquanto o outro nomearia seu “irmão” Daniel Vorcaro, acumulando as presidências do BB e da CEF.
Ainda podemos optar e influir sobre nosso futuro. Façamos nossas escolhas!
Eduardo Fernandez Silva é Mestre em Economia pelo Institute for Social Studies da Universidade de Hague. Foi Diretor da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados. Autor



