A ABSA Cargo Airline, braço da Latam, resolveu mirar a Bolívia. Já pediu licença para fincar bases num mercado que ficou mais convidativo, depois da adoção da política de céus abertos – acordo multilateral que liberaliza as regras do mercado aéreo.
Quando o espaço abre, a concorrência entra voando baixo. E não faltam interessados: Flybondi (Argentina), Tampa Cargo (Colômbia) e Wingo (Panamá) também estão de olho no mesmo corredor.
No papel é competição – o que costuma significar mais eficiência e, quem sabe, preço melhor. Na prática, é uma briga por rota, espaço e margem num setor onde voar alto não garante lucro em terra.



