“Meu corpo, meu corpinho”: o conto que não era só um conto (por Danielle Balieiro Amorim)

Na manhã em que gravei “Meu corpo, meu corpinho” para o “Contos pra Sorrir”, eu já sabia. Sabia que não era apenas um livro infantil, bonito e […]
O amor que sobreviveu às cinzas: a poesia das paredes (por Danielle Balieiro Amorim)

A história oficial costuma ser escrita em mármore solene, nomes de generais e datas de batalhas que mudaram o mapa do mundo, mas a vida real, aquela que […]
Carnaval além da folia (por Danielle Balieiro Amorim)

Enquanto o Brasil se veste de brilho e prepara seu corpo para a grande travessia da folia, proponho um desvio. Um olhar que não busca apenas o onde, mas o […]
O alívio e a saudade: a volta às aulas que balança o coração dos pais (por Danielle Balieiro Amorim)

O ano só começa de verdade quando toca o sinal da escola. Depois das férias, a rotina tenta se encaixar de novo, mas vem com um peso […]
O direito de se perder num livro (por Danielle Balieiro)

Eu estou com uma vontade diferente este ano. Uma vontade quase rebelde: a de ler o que não tem propósito nenhum. […]
Entre o espanto e o encanto: como a poesia de Júlia Matelli me convidou a dançar (por Danielle Balieiro Amorim)

Minha relação com a poesia era, digamos, adormecida. Aprendi o básico na escola e depois acomodei o gênero em um cantinho seguro e […]
Ouro, suor e glória: o Brasil no topo do Mundo Paralímpico (por Danielle Balieiro Amorim)

Atletas brasileiras reescrevem a história do Paratletismo mundial com recordes, medalhas e histórias de superação que inspiram mulheres em todo o planeta […]
Quando o medo da tecnologia vira autossabotagem (por Danielle Balieiro Amorim)

O problema não é a tecnologia. É a preguiça de aprender. […]
O Brasil inteiro devolvendo o abraço (por Danielle Balieiro Amorim)

Domingo, 12 de outubro. Villa-Lobos. Seis e meia da manhã, e o parque já vibrava com camisetas coloridas, crianças empolgadas e adultos ajustando tênis. […]
A receita mais antiga do mundo (por Danielle Balieiro Amorim)

Pais que cantam, contam causos, mostram figuras estão erguendo, tijolo a tijolo, a arquitetura invisível que sustenta o pensamento. […]