Um país que não se segura em suas próprias pernas não pode se fazer respeitar

O Editorial do “The Economist”, a mais importante revista não acadêmica do mundo sobre a economia, disse que os países europeus e ricos ou enfrentam uma “austeridade profunda” ou correm..[...]

O Editorial do “The Economist”, a mais importante revista não acadêmica do mundo sobre a economia, disse que os países europeus e ricos ou enfrentam uma “austeridade profunda” ou correm hoje o risco da “brasileirarem”, em uma referência negativa sobre o que é o nosso país, um exemplo do que há de ruim. E é verdade.

Paulo Paiva foi o primeiro a enunciar sobre a “crise fiscal contratada para 2027”.  A dívida pública cresce mais do suas receitas, já excessivas por tanta taxação, em desequilíbrio que poderá para a máquina governamental em 2027, sem capacidade de rolar a dívida, de fazer investimentos, e de pagar as suas contas. O caos perfeito. 

Como diz Chico Buarque, em sua música, “o estandarte do sanatório geral vai passar”, com “o bloco dos Napoleões retintos, e os pigmeus do boulevard”.

As contas da união se desmancham, assim como as contas estaduais. E o governo, o congresso e o judiciário não estão nem aí, encastelados em suas brigas e privilégios, não estão nem aí para a nação. 

O Brasil tem 5,7% das terras mundiais, 2,5% de sua população, e 1,9% de seu PIB, sem nenhuma representatividade junto às outras nações. Atrativos? Água, agropecuária, florestas para a renovação do ar, minerais e terras raras. Presa fácil.

Há, nos esquecemos, temos o Carnaval!

Pobre país, pobre destino, de um país que não cuida de sua nação.

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