Responda rápido: por que razão um advogado (Paulo Humberto Barbosa) que atua para a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, comprou por R$ 6,6 milhões as participações de José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli, passando a controlar o Resort Tayayá, no Paraná? Não seria lógico que o ministro Dias Toffoli (STF) ficasse com uma parte das ações, já que é assíduo frequentador do local? Acertou quem disse que uma CPI do Banco Master, com possibilidade de respingar no Supremo Tribunal Federal, pode esclarecer essas e muitas outras dúvidas. Porém, em ano eleitoral e com tantos figurões já alcançados pelas investigações envolvendo a quebra do Master e as liquidações da Reag Investimentos e do Will Bank, o que deve vir no horizonte político e jurídico serão ações para tentar enfraquecer ou mesmo travar o caso.
Aliás, seria bom saber o que pensa dessa possível CPI o presidente Lula.



