O Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais é uma voz praticamente muda na campanha eleitoral deste ano.
Formado por 27 magistrados, o Coptrel demonstra ter optado pelos bastidores, em meio ao movimento protagonizado por ministros do STF, que ocupam o noticiário dividindo espaço com candidatos, numa disputa inédita com o Tribunal Superior Eleitoral.
E pensar que em abril último, a ministra Cármen Lúcia antecipou sua saída do TSE, para garantir transição “mais tranquila e organizada” para as eleições gerais de 2026.



