Como se diz no dito popular, “mineração e eleição somente depois da apuração”. Mas podemos conjecturar.
Da maneira que a política está indo, aumentam as chances de que Ratinho, Caiado e Zema cresçam, possivelmente não antes, mais provavelmente durante o período eleitoral.
Flávio Bolsonaro tem baixa representatividade, certamente herdando os votos do rejeito ao “sistema” e a tudo, mas deverá ficar estagnado, dentro de um certo nível de votos, devido à divisão da direita, seja com dois, ou somente com um candidato, à extrema direita.
Por outro lado, Lula, embora as pesquisas estejam apresentando números de intenção de voto relativamente positivos a seu favor, apresenta uma rejeição significativamente alta, sendo que as condições econômicas do Brasil não são das melhores, sem o crescimento significativo do PIB em seu governo, e com o aumento de preços de bens básicos e alimentação acima dos índices de reposição salarial.
Já nas Eleições Presidenciais de 2022, as pesquisas Sensus mostravam que cerca de 46% do eleitorado gostaria de ter tido uma eleição sem Lula, nem Bolsonaro. Mas a forte polarização à época, do medo da eleição do “outro”, garantiu que Lula e Bolsonaro chegassem ao 2º turno, com a eleição de Lula por pequena margem de votos.
Atualmente, sem a presença direta de Jair Bolsonaro nas eleições, a polarização vai perdendo força.
Kassab organiza do centro.
É possível que alternativas mais centrais, como Ratinho, Caiado e Zema, ou de outro candidato, difícil de se precisar no momento, surjam como 3ª via durante o período eleitoral. Aqui citando o ex-Governador de Minas Gerais, Hélio Garcia, em suas sábias palavras, “eleição só depois do 7 de setembro”. E tudo indica que esta eleição poderá ser assim.
A ver.



