Termina em 18 de fevereiro, o mandado da advogada Flávia Takafashi como diretora da Agência Nacional de Transportes Aquaviários. Pela legislação, ela não pode ser reconduzida a novo período de cinco anos no alto comando do órgão. A sua saída representa o início do fim da influência do bolsonarismo na Antaq. No período de um ano, dois outros diretores nomeados por Jair Bolsonaro deixarão a casa: Alber Vasconcelos (dezembro próximo) e Wilson de Lima Filho (fevereiro de 2027).
O CAPABRASIL apurou que há quatro pré-candidatos no momento buscando ocupar a vaga de Takafashi. Com aval do governador Helder Barbalho e muita avidez, o presidente da Companhia Docas do Pará, Jardel Rodrigues, busca respaldo para ser nomeado por Lula. Ele tem como opositoras Patrícia Gravina, diretora do Programa de Parceria de Investimentos da Casa Civil da Presidência da República, Gabriela Costa, diretora-executiva da Associação de Terminais Portuários Privados, entidade que representa cerca de 60% da movimentação portuária do Brasil, que já ocupou a diretoria da Antaq por duas vezes, como interina, e Mariana Pescatori, ex-secretária executiva do Ministério de Portos e Aeroportos e atual diretora da Hidrovias do Brasil. A engenheira civil. Já foi Secretária Nacional de Portos e Transportes Aquaviários.



