O Congresso Nacional trabalha pouco e ganha muito.
São 81 Senadores e 513 Deputados Federais, em 2025, aumentados para 81 Senadores e 531 Deputados Federais para 2026, no total de 612 Parlamentares.
O provento de Senadores e Deputados Federais por mês é de R$ 46.366,19, + Secretária, Motorista, Carro, Apartamento (ou Casa) funcional, 25 Comissionados para Deputados e 50 Comissionados para Senadores em seus Gabinetes, Passagens de Avião, + Bolsa Almoço, Bolsa Lanche, Bolsa Jantar, + Verba de Representação.
O Congresso Nacional entra em Recesso de 23 de dezembro a 1º de fevereiro, 41 dias corridos. Tem também o Recesso adicional reembolsável no meio do ano, de 17 de julho a 1º de agosto, em adicionais 16 dias, totalizando 57 dias no ano de férias, muito acima dos 30 dias corridos de férias da CLT, para os cidadãos, assim chamados no Brasil, de “cidadãos comuns”.
Alguém, indo a Brasília, já encontrou um Deputado ou um Senador em uma 2ª feira ou 6ª feira? Difícil, não é!
E tem as Emendas Parlamentares. Do Orçamento da União, hoje, 90% é para gastos correntes, 5% em investimentos já comprometidos, 2,5% para projetos e programas do Executivo, e 2,5% em Emendas Parlamentares. Detentora de metade das verbas livre do Orçamento da União, a lógica de eleição para o Congresso Nacional se torna perversa, com o objetivo em recursos, afastando quase que por completo a representatividade da nação.
Os Três Poderes não se entendem no país, devido à polarização. No desencontro entre o Legislativo e o Executivo, o Judiciário costuma agora legislar sobre matérias administrativas, o que não deveria.
O PIB não cresce desde 2010.
O Congresso Nacional, dentre os Tres Poderes, é hoje o que presta o maior desserviço à nação. Sem trabalho e consenso, não vai!



