Ao que parece, Pablo Marçal entrou no radar da Polícia Federal. Nas dependências do órgão, em Brasília, o ex-coach é tratado como possível “bola da vez” em investigações que apuram supostos delitos com ramificações na área econômica.
Segundo um delegado, o patrimônio de Marçal é um capítulo que merece escrutínio. A lupa da PF, porém, pode não se limitar às cifras: pesa também o histórico recente do empresário em disputas eleitorais, nas quais costuma aparecer disposto a produzir mais barulho do que consenso. Agora mesmo, ele tenta disputar o Palácio do Planalto, com liminar, simultaneamente à condenação de inelegibilidade.
Por enquanto, é investigação não instaurada formalmente. Mas, na PF, o nome de Marçal já circula no andar de cima da lista de atenções.



