Iniciado o Período Eleitoral, as Eleições Presidenciais d 2026 entram em novo patamar de acomodação. Por um lado, a “direita” com Flavio Bolsonaro se agrega um pouco mais apesar das enormes divergências pessoais dentro do grupo, elevando relativamente o percentual das intenções voto no Candidato. Por outro lado, a gestão pouco eficaz de Lula fica mais aparente, com a recuperação judicial das Casas Bahia e dificuldades econômicas e financeiras da população e das empresas, diminuindo relativamente o percentual das intenções de voto à “esquerda”. Ao “centro”, Ronaldo Caiado tem dificuldades de se viabilizar como 3ª Via.
Mas as eleições têm que ocorrer.
A atual eleição se caracteriza, como muitos dizem, na escolha do “menos pior”. De um lado, a falta de preparo administrativo e a incógnita de Flavio Bolsonaro como solução para a estabilidade do país; do outro lado, uma administração “morna”, mas sem sustos, com muitas dúvidas sobre o futuro equilíbrio fiscal em 2027 e nos próximos anos.
Do ponto de vista ético, Lula com o “Lulinha”, e Flávio com o “Dark House” de Daniel Vorcaro, tendem a se equiparar.
No jogo das “rejeições”, definidora dessas eleições, Lula continua com rejeição menor do que a de Flávio, ambos com rejeições acima de 50%, em tendência que deve continuar.
O Eleitor de “centro” definirá as Eleições.



